Amy volta?


Amy Winehouse estrela campanha publicitária

QUEM ACONTECE – Amy Winehouse é a garota-propaganda de sua nova linha de roupas, lançada em parceria com a tradicional grife inglesa Fred Perry. (…) Em recente entrevista para a revista “Harper’s Bazaar”, Amy falou sobre seu estilo, que considera bastante influenciado pela moda dos anos 50, e sobre o dia de modelo que teve com as fotos da grife. “Não sou muito boa [ como modelo], na verdade. Sou cantora, trabalho com música, não sou a melhor pessoa para ficar posando e brincando de modelo.”

Amy disse, em entrevista à revista Glamour, que está longe das drogas há três anos (“Eu estou muito mais saudável agora. Não é uma coisa difícil. Eu literalmente acordei um dia e foi como, ‘eu não quero mais fazer isso’.”). Verdade ou não, ela está voltando, a passos pequenos e discretos. Voltando aos palcos (ela fez algumas despretenciosas apresentações), à imprensa (de forma positiva; no último mês deu algumas entrevistas interessantes) e, como não poderia deixar de ser, às noitadas. Ela tá até namorando (que bonitinha!): “Eu tenho um ótimo namorado. Ele me faz muito bem. Se estou apaixonada? É difícil falar, estamos juntos por apenas 3 meses e meio.”

Vale lembrar que várias teorias conspiratórias garantiam que ela estivesse a beira da morte. Várias vezes. Eu mesmo cheguei a acreditar uma ou outra vez, porque ela aparentava mesmo um estado caótico. E nunca falava. Era sempre alguém respondendo por ela, enquanto Amy saía carregada de boates, com os olhos virados e pó branco no nariz. Era preocupante. Muito se falou sobre ela. Amy recebeu aquele tratamento dado a figuras fúnebres, como John Lennon, Elvis Presley, Michael Jackson e afins. Era todo mundo falando dela, como se ela já não estivesse mais aqui para fazê-lo por si própria.

Agora, ela deu uma interessante entrevista à Harper’s Bazaar, à qual declarou: “Se me perguntar se tenho algum arrependimento vou negar. Se eu morrer amanhã, estarei feliz comigo mesma. Entende o que eu digo? Ao contrário da imagem depressiva e digna de pena construída em torno dela, Amy Winehouse se considera feliz. Não é irônico? Isso me faz lembrar o entre-álbuns dela, no qual ela pediu um tempo à gravadora para poder viver e, consequentemente, sofrer – para aí poder compor. Para o terceiro álbum, ela tem um bocado de matéria-prima. O processo foi o mesmo. Volta a trabalhar, mocinha!

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