Cópia Fiel

Cópia fiel (Copie conforme) – Não sei exatamente o que esse filme tem de errado, mas há algo nele que me deixou em puro tédio. Talvez tenha sido o aroma do suco de maracujá do cara ao meu lado, mas eu bocejei e fechei os olhos várias vezes (isso é possível? digo, o cheiro dar sono?). A sala do Estação Botafogo tava completamente lotada e a expectativa era grande para ver o filme de Abbas Kiarostami, que já começou estranho. Até mesmo os diálogos longuíssimos, que eu teoricamente gosto muito, me desagradaram. Depois de um tempo, se tornaram cansativos e deixaram de ser interessantes. Não vi absolutamente nada demais na atuação de Juliette Binoche. Blasé. O argumento do filme é o que me pareceu mais interessante, mas o desenrolar não vingou. Talvez seja culpa do aroma de maracujá.

James Miller é um filósofo inglês que vai a uma pequena cidade da Toscana apresentar seu livro sobre o valor da cópia na arte. Chegando lá, encontra uma francesa que é dona de uma galeria de arte há muitos anos e vive com seu filho pré-adolescente. Eles passam a tarde juntos. Ao mesmo tempo em que vão se conhecendo, começam a desenvolver um complexo jogo de interpretação de personagens, e, à medida que o jogo avança, deixamos de saber quem é quem. Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2010 para Juliette Binoche.

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