#RockinRioEuVou #RockinRioEuFui

Domingo cheguei no Brasil e de noite fiquei sabendo via Fantástico do retorno do Rock in Rio para o Brasil. O evento andou circulando pela Europa nos últimos anos, sem sequer mudar de nome, o que me irritava sempre que eu pensava no assunto. Rock in Rio – Lisboa, Rock in Rio – Madrid, Rock in Rio – Puta que o Pariu. Eu hein. ‘in Rio’ é in Rio. A última edição do festival aqui no Rio de Janeiro aconteceu em 2001 e, na época, eu tinha 11 anos. A idade mínima para entrada no evento era de 12, assim que eu tive que ir acompanhado pela minha mãe (embora eu duvide que isso seria diferente se eu tivesse 12 anos).

Lembro que compramos nossos ingressos quando o evento já estava acontecendo. Eu fui na noite pop teen, óbvio, e fiz questão de chegar cedo para ver os shows das tendas, que na época eram atrações muito boas como SNZ e LSJack. Divulgavam que não era permitida a entrada com câmeras fotográficas, então eu não levei a minha. Cheguei lá e tava todo mundo tirando foto. Na época, não liguei muito. Hoje, lamento não ter fotos desse dia.

Eu fui para ver Sandy e Junior, mas a minha mãe me fez prometer que ficaríamos até o show da Britney Spears. Na época, ela ainda era a princesinha do pop e era constantemente comparada com Madonna. Minha mãe – madonnete – queria conferir. Eu cagava para Brit tanto quanto cago hoje (mas confesso que entre esse período de 2001 e 2010 já gostei bastante dela e tenho até um CD aqui em casa, mas não conta pra ninguém). Lembranças do show: playback identificável a olho nu, trocas de roupas e vaias. Não me impressionou, mas fico feliz de ser um dos poucos brasileiros da minha idade que pode dizer ‘Já fui num show da Britney’. Me diverti mais com o show do Five. O do N’Sync eu não vi, fui embora. E no do Aaron Carter eu passei mal – todo mundo era muito maior do que eu, não conseguia respirar. Por onde anda Aaron Carter, aliás?

 

Discutível, a imprensa na época disse que o show de Sandy e Junior havia sido o melhor da noite. Óbvio que eu concordava e fiquei super contente, mas dá para refletir um bocado sobre isso. Talvez a preferência tenha ocorrido por serem os únicos brasileiros da noite. E também havia o fato de que, no dia seguinte, Sandy começava a gravar a novela da Globo, Estrela Guia. Ou seja, marketing, baby. Mas, para mim foi mesmo o melhor show. Fã. Inesquecível 250 mil pessoas pulando ao som de Vâmo Pulá.

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