Feriadão

Oi fofura,

Olha eu aqui outra vez. Como está o seu feriadão? O meu está ótimo. Deixa eu te contar. Para esses dias de folga, tinha planejado ir a uma festa e uma peça teatral. Não rolou nem um nem outro. O que tá rolando é um mal estar chato pra caramba com direito a vômito e tudo. Uó. Ter a dispensa cheia de chocolate e ter que comer Biscoito de Maizena é deprimente. Sério mesmo. Se eu vou vomitar, deixa eu vomitar chocolate. Não tô certo?

Tá bom. Estou sendo nojento. Tenho consciência disso. Mas é que não sei lidar com essas fragilidades humanas. É melhor eu seguir contando meu feriado. No momento, estou assistindo aos Legendários, que caso você não saiba é o novo programa do Marcos Mion na Rede Record. (pausa para você me criticar mentalmente) Mas sério: é uma alternativa saudável ao Zorra Total. #fikdik

O que mais tenho feito? Curtido meu DVD No sé si es Baires o Madrid, do Fito Páez, que comprei esses dias. Aliás, indico Fito pra você também. Dá uma googleada no cara. Ele é muito bom. Nesse DVD, eu descobri também a banda espanhola Marlango, cuja cantora tem uma voz incrível (ouve aqui). Tô baixando o CD mais novo deles. Depois, se eu lembrar, conto se é bom.

Também assisti a um filme meia boca. Se chama Quando em Roma (When in Rome). É bem bobinho, naquela vibe Sessão da Tarde, mas se você estiver com tédio e pipoca sobrando, se joga no sofá e vê também. Não estou recomendando não, hein. Depois não vá dizer por aí que eu dou dicas erradas. Só estou dizendo que não é nenhum pesadelo em tempos de Crepúsculo.

Parênteses 1: (Sabe aquela bruxa que nos aterrorizava quando criança? Faz participação no filme. M-e-d-o)
Parênteses 2: (O par romântico do filme é a Verônica Mars e o marido da Fergie. Babado.)
Parêntesis: (Se quer ver filme bom ambientado em roma, vê Roman Holiday, eu hein)

Outra coisa que ando fazendo é ler Melancia, da Marian Keyes.  Uma amiga da minha mãe a emprestou o livro e ela me repassou. Não é ruim não. Tampouco é uma obra prima, mas dá pro gasto. A história é sobre uma mulher abandonada pelo marido assim que dá luz à filha. Adoro ler histórias de desilusões amorosas. Já li um montão: são sempre muito mais reais que as histórias de amor convencionais. Isso eu indico (uma dosezinha de amargura).

Bem, já dei dica de música, cinema, literatura e televisão. Agora, me vou. Daqui a pouco começa o Supercine: Procura Obessesiva. Tem cara de filmão.

Beijoca,

Tio Léo

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