Robert Downey Jr lança Sherlock 2 no Rio

A maratona de divulgação de “Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras” levou Robert Downey Jr. a uma première no Rio de Janeiro na noite desta segunda (9/1). Pela primeira vez no Brasil, o ator esbanjou simpatia com os fãs e paciência com os paparazzi, que seguiram todos os seus passos desde o desembarque no aeroporto. O intérprete do detetive mais famoso da ficção atendeu a todos cheio de sorrisos, divertindo-se com todas as situações e já planejando uma nova viagem, em ritmo de samba.

Sua chegada ao tapete vermelho da pré-estreia, que aconteceu num cinema à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, manteve o bom humor. Entre os gritos dos fotógrafos afoitos pelo melhor ângulo, um em especial chamou a atenção do vencedor do Globo de Ouro por “Sherlock Holmes” (2009). O ator se aproximou, encarando a câmera, que não parava de disparar. Quando ficou cara a cara com o fotógrafo, de olhos semicerrados de uma maneira supostamente sexy, Downey Jr. gargalhou e voltou a posar para os flashes.

Essas brincadeiras são características do astro nova-iorquino. No novo filme, que volta a ter direção de Guy Ritchie, responsável pelo sucesso original, ele também insere o seu humor. “Não é algo à primeira vista, você vai percebendo no decorrer das cenas”, contou o ator, que chega a se vestir de mulher em uma cena com o colega de elenco Jude Law (“Contágio”). Mas o foco do longa é a ação, ele garante. “As cenas de ação estão maiores. Eu luto”, explicou.

Para promover o filme, Robert Downey Jr. conta com uma equipe enorme, que vai de seguranças a assistentes pessoais. Sua assessora de imprensa não sai do seu lado por nada, fazendo o possível para poupá-lo ao máximo. “Só duas perguntas”, ela avisa com firmeza a cada repórter, enquanto direciona o ator a quem ele deve atender.

Os convidados famosos, como Emilio Orciollo Netto (“Tropa de Elite 2”), Osmar Prado (“Olga”), Luciano Szafir (“Xuxa em O Mistério de Feiurinha”) e Carolina Kasting (“Sonhos Tropicais”), nem viram o ator americano, que entrou na sala de exibição na última hora. Mas se rasgaram em elogios. “Ele é incrível, sabe se transformar a cada papel”, definiu Kasting.

A pré-estreia é a segunda rodada de entrevistas que o ator dá no dia. À tarde, ele atendeu à imprensa no Copacabana Palace. “Faz parte do trabalho quando você pega um papel importante como esse. É normal”, se conforma o astro hollywoodiano, que está hospedado na praia de Ipanema, mas também não pôde desfrutá-la. Por isso, ele planeja uma volta ao país, de férias. “Quero voltar. Seria ótimo no Carnaval. Quero dançar as músicas locais. Meus amigos disseram que são ótimas”, concluiu.

Por Leonardo Torres
Postado na Pipoca Moderna
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Ivete, Gil e Caetano fazem show ímpar no especial de Natal da Globo

Um das características que eu admiro na TV Globo é a valorização dos artistas brasileiros. O especial de fim de ano “Ivete, Gil e Caetano”, exibido na sexta (23/12), é uma prova disso, reunindo três ícones da música nacional em um só palco. Foi um momento de inspiração da emissora e uma folga para o público, cansado do mesmo show de sempre do Roberto Carlos (desconfio que exibam reprises disfarçadamente).

O programa iniciou com o trio declamando o poema “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade, o que foi totalmente descontextualizado, mas impressionou. Em clima bem descontraído, como se estivesse na sala de casa, Ivete Sangalo tomou as rédeas da apresentação – lembrando o extinto “Estação Globo” (2008) – e pediu para que começassem, com referências bem-humoradas ao diretor (Roberto Talma, o mesmo do último especial de Natal da Xuxa, que estava na seleta plateia formada por artistas da emissora e familiares).

“Toda Menina Baiana” e “Tá Combinado”, duas das primeiras músicas, revelaram o tom MPB do show, que sabiamente privilegiou a voz de Ivete Sangalo, a única de pé, e as composições de Gilberto Gil e Caetano Veloso, que justificaram suas presenças com instrumentos e sábias segundas vozes. Quanto às letras, as exceções ficaram por conta de canções de Chico Buarque, que foi convidado para participar, mas deu cano, pelo que entendi.

Do repertório da Ivete, só entrou “Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim” (linda na voz do Caê!!!), uma de suas poucas músicas que se adequariam à proposta do especial (nada tira-o-pé-do-chão-poeira!-poeira!). Foi um dos momentos de maior coro da plateia, só perdendo para “Você é Linda”, tema das novelas “Eu Prometo” (1983), “Fera Ferida” (1993) e “Belíssima” (2006). A música do Caetano foi ovacionada nos primeiros assovios.

O show foi um máximo – vale aqui um parabéns para a direção artística, porque a cenografia estava linda – e parte disso foi graças à afinidade/intimidade entre Ivete, Gil e Caetano, que demonstraram também muita humildade todo o tempo, apesar do patamar que alcançaram. Foi bonito ver, logo no início, o Gil confessando ter errado a letra de sua própria música e, mais pra frente, os três se emocionando com “Atrás da Porta”, composição do ausente Chico.

A única crítica é quanto ao excesso de imagens da plateia, como se quisessem afirmar todo o tempo o estrelismo presente. O show era no palco, não na arquibancada (chegaram a focar o Felipe Dylon e sua mulher, cara…). Mas isso foi detalhe. Quando é que “Ivete, Gil e Caetano” saem em turnê? Seria bom hein.

SETLIST
1º Bloco
1. A Novidade (Gilberto Gil, Bi Ribeiro, Herbert Vianna e João Barone) – erro na letra, pedido de desculpa
2. Toda Menina Baiana (Gilberto Gil)
3. O Meu Amor (Chico Buarque)
4. Tá Combinado (Caetano Veloso)
5. A Linha e o Linho (Gilberto Gil)
6. A Luz de Tieta (Caetano Veloso)
7. Tigresa (Caetano Veloso)
2º Bloco
8. Você é Linda (Caetano Veloso)
9. Atrás da Porta (Francis Hilme e Chico Buarque)
10. Super-Homem – A Canção (Gilberto Gil)
12. Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim (Herbert Vianna e Paulo Sérgio Valle)
3º Bloco
13. Olhos nos Olhos (Chico Buarque)
14. Drão (Gilberto Gil)
15. Dom de Iludir (Caetano Veloso)
16. Amor até o Fim (Gilberto Gil)

Joe Jonas não usa mais seu anel de castidade

EGO – Joe Jonas não usa mais seu anel de castidade
Será que Joe Jonas deu uma trégua para o seu anel da castidade? Parece que o romance entre o músico de Jonas Brothers e Ashley Greene, estrela de “Crepúsculo”, está ficando cada vez mais sério, a ponto de ele se livrar do seu “anel” – promessa de se manter “puro” até o casamento. “Quando não está viajando, eles basicamente estão vivendo juntos”, afirmou uma fonte ao site “Perez Hilton”.

Sobre anel de castigo eu não comento, porque envolve religião e isso é caso até de guerra. Quem quiser saber a minha opinião, me chama no cantinho que a gente bate um papo sobre o tema proibido em público. Eu quero falar é sobre como deve ser namorar um Jonas brother. Ninguém deve levar a sério.

– Pô, leva seu namorado na festinha sábado.
– Ele não pode, vai tá fazendo show.
– Ah, que legal! Show de quê?
– Do Jonas Brothers.
– hihihi

Me entendem? Não sei se consigo estabelecer uma comparação com algum brasileiro tão levado a sério quanto os Jonas. Seria algo como namorar o Felipe Dylon. Ou algum dos escalados para a versão brasileira de High School Musical. Algo assim. É caso de esconder das amiguinhas ou ser zuada por todas elas.

– Vamos ver o filme do meu namorado!
– Qual?
– High School Musical Brasil.
– Pô, não vai dar não…

Ok. Tudo bem que Ashley Greene é uma Crepúscula e também não tá com a moral lá em cima. Mas né… Jonas Brothers é zuado em 10 de 10 famílias brasileiras. E nem tá mais na moda, o que sempre dá um respaldo para quem não tem bons argumentos. Ashley, eu tô com você. Jonas, no mínimo, sem anel. =X

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