Esse post é muito mais para mim do que para você

Esse post é muito mais para mim do que para você. É algo que vou querer ler daqui a alguns anos e lembrar que foi assim algum dia. O post anterior, sobre os músicos latinos no metrô, me inspirou a escrever esse, porque me dei conta que a última semana foi, de um modo geral, completamente incomum.
Estive fazendo a maratona anual para ver vários filmes do Festival do Rio, e vários são dezenas. Esse foi meu foco até o fim do evento, mas tantas outras situações aconteceram, e o inusitado sempre merece registro.

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Não eram esses, mas podiam ser.

O valor de um sorriso (e de dois, de três e de quatro também)

Quando a gente viaja, fica aberto ao novo, ao diferente, ao inusitado. A gente para e ouve o artista de rua na praça histórica. Compra artesanato, que quase sempre é igual ao que tem perto da sua casa. Compra pinturas que jamais compraria em território conhecido. Solta dinheiro com agrado. Acha tudo lindo. É mais generoso e feliz, com a moeda internacional. A gente enxerga o mundo, e não apenas olha com automatismo. Esse pensamento tinha me vindo à cabeça durante uma caminhada pela orla de Copacabana, há sete dias, quando vi esculturas de areia, hippies com seus artefatos e músicos em quiosques. Com inveja dos turistas, parei e apreciei. Porque feliz é o turista.

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