Carta do Tio Léo #7: oscilações, Paramore e monografia (tá acabando!)

Oi pessoa que me lê uma vez por mês, tudo bem?

Tenho absoluta consciência de que sempre escrevo “Nossa! Como esse mês voou!” nas minhas cartas, mas é essa a impressão que eu sempre tenho. Sinto que escrevi a última outro dia mesmo. O tempo corre cada vez mais rápido e parece que minhas pernas já não conseguem acompanhá-lo. Se estivéssemos em uma corrida, o tempo cruzaria primeiro a linha de chegada. E eu estaria bem atrás, com a língua pra fora, me arrastando. É isso aí. Mas não sei por que estou falando isso (mais uma vez)… Talvez seja para não perder o hábito.

Como foi julho para você? Para mim, foi de altos e baixos emocionais, o que tem sido uma frequente em 2013. Esse ano está sendo particularmente complexo. Vejo meus amigos, e eles também estão enfrentando situações comparáveis, ainda que em outros contextos. É como se 2013 tivesse vindo para balançar a gente. Sempre lembro do texto “Meu filho, você não merece nada”, da Eliane Brum, que é um tapa na minha cara. Tenho a impressão de que 2013 é a personificação disso tudo. Sei lá.

Não quero ser uma pessoa desagradável, então vamos falar de outra coisa? Estive com o Paramore quando a banda veio fazer um show no Rio de Janeiro, neste mês. Foi meu segundo encontro com eles. O primeiro foi há cinco anos, quando todos nós, menos Jeremy, não tínhamos nem 20 anos. Agora, todos, menos Jeremy novamente, caminhamos para os 25. É curioso ver como todos nós mudamos – e acho que para melhor. Eles estão muito mais abertos e simpáticos ultimamente. E eu, por outro lado, estou muito menos tiete, o que deve ter facilitado as coisas.

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Fui tirar uma foto com eles no camarim antes do show. Hayley elogiou minha camisa (que realmente era legal); Taylor me pegou de surpresa ao tentar puxar papo (e eu não dei muita continuidade); e Jeremy ficou me zoando, dizendo que eu estava com medo de pegar a gripe dele (rimos). Eu não estava, mas por que iria querer pegar uma gripe (de qualquer pessoa)? Haha Foi bastante agradável – e o show foi incrível também. Só não postei uma resenha aqui, porque não estou na vibe. Mas só falaria coisas positivas (fora as falhas no som).

Quanto a agosto, não tenho a menor ideia de como ele será. É o mês que terminarei a monografia, basicamente. Depois de ter me entusiasmado com o terceiro capítulo, ando um pouco preguiçoso, mas falta pouquinho para terminar. Estou definitivamente na reta final, e isso deve ser bom. É, não é? É o esperado, ao menos.

Depois, em setembro, é meu aniversário… Mas isso a gente fala depois.

Abraço,

Tio Léo 🙂

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