[Dica da semana] McFly – Unsaid Things… Nossa História

Se você acessa frequentemente o Fala, Leonardo!, já me viu falar do McFly antes . É aquela banda inglesa, que já veio ao Brasil um bocado de vezes e que, no início, foi vendida erroneamente para a gente como uma versão europeia dos Jonas Brothers. Então, vamos esclarecer: 1) eles compõem (bem!); 2) tocam (bem!); 3) não são boyband; 4) não são fabricados; 5) não são da Disney. Ou seja, não tem nada a ver com os irmãos Jonas. Tipo… nada.

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Desfeitos os mal-entendidos, quero recomendar a biografia do quarteto, que se chama “McFly: Unsaid Things… Nossa História” e acaba de chegar ao Brasil. Eu já li o livro (em apenas uma noite, initerruptamente) e a-d-o-r-ei. O mais legal é que a biografia não é exclusiva para fãs. Todos que têm interesse por música e pela indústria fonográfica vão desfrutar, porque a leitura é muito rica em detalhes sobre os bastidores da formação e do amadurecimento da banda. É verdadeiramente interessante para quem gosta desse universo. Dá até vontade de ter uma banda!

Além disso, os assuntos polêmicos também não ficaram de fora. A bipolaridade do Tom Fletcher, a dependência química do Dougie Poynter, a alta rotatividade da vida sexual do Danny Jones, as investidas da Lindsay Lohan no Harry Judd, e a assumida insatisfação com o álbum “Above the Noise” são tratados no livro. Os relatos são muito sinceros, sem ser apelativos ou sensacionalistas, o que é um ponto a favor deles. Tudo é contado com a leveza e o bom humor característicos do McFly.

Para os fãs brasileiros, há ainda algumas páginas dedicadas às vindas da banda ao país. Na 240, por exemplo, Harry escreve: “No Brasil, porém, a gente descobriu um tipo de fã totalmente novo. Apaixonadas, para dizer o mínimo. Mesmo no ápice da loucura do início da nossa carreira no Reino Unido, nunca tínhamos visto nada assim. Foi nosso primeiro gostinho da superfama. Parecia que éramos os Beatles em 1964”.

O único aspecto que me incomodou no livro é que ele passa muito brevemente pela fase “Radio:ACTIVE” (2008) – quando conheci a banda (primeiro pessoalmente, depois musicalmente) – e eu queria mais histórias sobre essa época. Mas isso é birra minha. Na narrativa, fez sentido: eles preferiram focar mais nos sentimentos e percepções deles em cada momento do que nos “fatos históricos”, disponíveis na Wikipedia. São tocantes os relatos sobre os problemas familiares de cada um deles, no auge do sucesso. Mais um ponto para os quatro. Enquanto não sai o CD novo, a gente se contenta com o livro. Recomendadíssimo!

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