Carta do Tio Léo #2: carnaval, “10 coisas que aprendi com ‘Condenáveis'” e amigo chileno

Oi, tudo bem?

Não sei que fevereiro vocês viveram, mas o meu voou, ainda mais com o Carnaval, para encurtar mais o mês. Não consegui ver minha Beija-Flor na Sapucaí neste ano (e ela não venceu o carnaval carioca de novo, o que muito me irrita), mas me diverti bastante. Assisti aos desfiles do Grupo A, fui a dois blocos (não é muito minha praia) e a uma festa no Circo Voador, com a bateria da azul-e-branco de Nilópolis. Lavei a alma nesta festa, cantando os sambas da minha escola.

É engraçado, porque muita gente se surpreende que eu goste tanto de carnaval. Dizem que não tem nada a ver comigo. Mas eu gosto tanto! Desde pequenininho. Quando criança, adorava me fantasiar – o que não faço mais – e exigia uma fantasia diferente a cada ano. Naquela época, minha mãe não me levava aos desfiles, mas íamos à Avenida Presidente Vargas para ver os carros alegóricos. Eu já era deslumbrado com aquela beleza – e já era Beija-Flor.

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Ao contrário do que muitos pensam, a ideia de “fugir do carnaval” não combina comigo. É mais fácil ele fugir de mim do que eu dele. Adoro. Quando estou na Marquês de Sapucaí, sinto-me realizado. Para mim, carnaval é aquilo que eu vejo lá. A bateria toca na alma. É bom demais! Viajar é fora de questão. Ano que vem, quero desfilar. Botei isso na cabeça. Será que rola? Tomara.

Fora o carnaval, meu fevereiro não teve muito mais. Estou cheio de problemas, na verdade, o que tem me estressado bastante, mas não quero falar sobre isso. Vamos ser positivos aqui, que é o melhor que a gente faz. Saíram mais duas resenhas de “Condenáveis – Uma História de Filho e Pai”, ambas favoráveis. Uma foi Ideias de Canário, no qual a professora Carmen Marchado fez uma lista com as dez coisas que ela aprendeu lendo o livro (ficou muito legal! Vale a pena ver!), e a outra saiu no Palavras de um livro (leia aqui).

Não tenho muito a dizer dessa vez. Era para eu estar com um amigo hospedado aqui em casa, mas ele cancelou a viagem de última hora por problemas familiares. O conheci quando fui à Santiago, em 2010, e agora ele finalmente viria conhecer o Rio de Janeiro, como sempre quis. “Como faço para ir do Rio de Janeiro à Copacabana?” – me perguntou uma vez. hahahahah Figura.

Que venha março para todos nós! Curitiba, tô chegando… 😉

Obrigado pela atenção,

Tio Léo

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