jaiminho

Eu só quero evitar a fadiga

Por que prolongar a conversa?

1ª situação do dia: no telefone.

– Dormiu bem?

Na verdade, tive pesadelo.

– Dormi.

2ª situação do dia: na sala de aula.

– Então, para sobreviver, os jornais terão que, cada vez mais, produzirem reportagens diárias, não dando mais a notícia, mas aprofundando-se em suas consequências…

Na verdade, a forma de consumir informação mudou. As pessoas querem notícias rápidas. Não acredito que empurrar reportagens goela abaixo as deixará felizes. Elas não vão ler. A sua solução é baseada em um olhar antiquado sobre o contexto atual. Para novo mundo, novo olhar.

– …

3ª situação do dia: no restaurante.

– Não tem água. Vai querer guaraná natural mesmo?

– Aham.

– Bebendo escondido da mãe hein…

Parece até que tá falando de cachaça, né? Nos últimos dias, minha mãe almoçou comigo ali e me forçou a tomar vitamina C efervescente. Por isso, a água e não o guaraná natural. Não é como se eu fosse proibido. Mas vale a pena explicar?

– Éééé.

4ª situação do dia: na casa da vovó.

– Que calor horrível… super abafado.

– Imagino que na rua esteja mesmo. Aqui dentro, tá até frio. – ela estava de casaco.

Não, não tá frio, vó.

– É, tá sim.

lady gaga

17 Comentários sobre o VMA 2011 – e nada mais!

1
A noite do Video Music Awards (VMA) começou com uma performance indiscutivelmente boa da cantora Lady Gaga, que apareceu vestida de homem, entre fumaças de cigarro, e cantando Yoü and I, seu novo single. E ainda tocou piano.

Destaque: Enquanto ela cantava, outros rostinhos chamavam a atenção na plateia: Katy Petty, com cara de “eu poderia ter feito isso”; Taylor Lautner com sorriso amarelo; e Justin Bieber de óculos, fazendo o intelectual.

2
Em seguida, Nicki Minaj subiu ao palco com o ator Jonah Hill para apresentar a categoria de melhor vídeo pop. Momento vergonhoso: a cantora lendo descaradamente o teleprompter, enquanto o comediante fazia piadas forçosamente ruins. Foi dispensável. Quanto ao prêmio, ficou para Britney Spears, que pareceu verdadeiramente surpresa – “eu não esperava!” (ela sempre diz isso). Mas o chato é que sempre dá Britney: a MTV americana adora dar aquela força para ela se reerguer.

3
Com menos produção e provando a diversidade do evento, Kanye West e Jay-Z apareceram de jeans, camisa de malha e boné para cantar “Otis”, música do álbum que eles vão lançar em duo. Foi maneiro.

4
Acho irônico quando a MTV coloca Miley-Hannah-Montana-Cyrus para apresentar a categoria de melhor vídeo de rock. Mas é pior ainda quando ela sobe ao palco usando um vestido verde estranho, que mais parece um tapete velho enrolado ao corpo. O prêmio foi para o Foo Fighters, mais do que válido.

5
Vídeo de Joe Jonas (Brothers) com Rebecca Black = dispensável. Sem mais comentários.

6
E quando Nicki Minaj (foco no cordão de sorvete!) voltou ao palco para receber o prêmio de melhor clipe de hip hop? Fiquei na dúvida se ela é naturalmente exagerada (comportamentalmente falando – e não visualmente) ou se ela faz tipo. “OOOOOOOOO(…)OOOOH MYYYYYYYYY GOOOOO(…)OOOOD!” Mas foi válido, por ser a única mulher concorrendo na categoria.

Destaque: Lil Wayne ficou todo prosa, parecia que era ele vencendo.

7
Demi Lovato reapareceu pós-rehab, ao lado de Chord Overstreet(ex-Glee), para apresentar a categoria de melhor parceria. Conclusão: ela se curou mesmo da bulimia, porque está bastante, hum, rechonchuda. Valeu a intenção de desviar as atenções para o decote generoso, mas não funcionou.

O prêmio foi para “E.T.”, de Katy Perry com Kanye West. Eles se encontraram no palco e ela fez uma super festa. Foi um momento bastante contrastante. Ela falou bastante, toda sorridente e feliz. Ele… não. É que o cara estava concorrendo com um clipe seu, com parceria com os “manos”, então ele queria ganhar por isso, mas não rolou. Ficou chato, porque ele pareceu estar desdenhando da parada. Mas ele é assim.

8
A apresentação de Pitbull, Ne-Yo e Nayer foi legal, mas totalmente aquém quando você sabe que o rapper convidou Lindsay Lohan para cantar com ele e ELA NÃO ACEITOU. Imagina como seria legal vê-la cantando depois de tantos anos. Aliás, é legal ver Lilo fazendo qualquer coisa depois de tantos anos de rehab, prisões, tribunais… menos trabalho. Lindsay peidando depois de tantos anos? Queremos ver.

Destaque: Kim Kardashian batendo palminhas fora do ritmo.

9
Adele, como sempre, arrasou em sua apresentação de “Someone Like You”. A única que cantou paradinha – sem contar Jessie J, que estava com a perna quebrada – concentrada na letra e acompanhada apenas do piano. Esculachou. É disso que eu gosto: uma cantora que chega e solta o vozeirão com a mão no coração e cara de sofrida. Amo.

Destaque: Todo mundo aplaudindo de pé, sabendo que não chega aos pés dela; Britney Spears, no fim da apresentação, esticando o pescocinho para ver Adele mais um pouco. É fã.

10
Quando a recém-casada Kim Kardashian apareceu para anunciar o vencedor da categoria de melhor vídeo masculino, todo mundo já sabia: só podia dar Justin Bieber (lembra quando diziam que eles tinham um caso?). Antes de subir no palco, ele deu um selinho na Selena Gomez e depois agradeceu a Deus, a Jesus e ao raio que o parta.

11
Eu tenho simpatizado com Chris Brown, mas achei sua performance meio fora de contexto. Era para ser superprodução? Foi micagem. Sua apresentação foi, como definiu Thundercat, “circense”, com muito streetdance e vôos pelo teatro, mas mesmo assim… morna. Sem contar o playback.

Destaques: Kanye West assistindo ao show de pé, mas sem mover o pé; Justin Bieber vibrando, enquanto pensava “Mãe, eu quero voar também”.

12
E a homenagem para Britney Spears? Incrível! Quanto a ela merecer uma homenagem ou não, prefiro não opinar. Mas o resultado foi ótimo. Gostei de Lady Gaga ser a responsável por entregar o troféu à Britney e, mais ainda, das performances dos bailarinos (muito inteligente da parte dos organizadores colocarem bailarinos para fazer o que a cantora já não é mais capaz…). Só não curti que Lady Gaga não saiu do lado da homenageada, falando o tempo todo, não deixando brilhar quem deveria. #saidaíladygaga

Destaque: Kim Kardashian com cara de “Britney não é minha amiga. Caguei”.

13
Depois do playback do Chris Brown, palmas para Beyoncé ao vivo (embora a música seja bastante chata…). Mas foi totalmente desnecessário ela abrir o casaquinho para passar a mão na barriga no fim do mundo. Envolver gravidez com show business é feio, garota.

Destaque: Adele balançando o corpinho no ritmo da música.

14
Os ídolos teens Selena Gomez e Taylor Lautner apresentaram a categoria de artista revelação. O prêmio foi para Tylor, the Creator (?), que subiu ao palco com a galera.

Destaque: A mãe dele tendo ataque epiléptico durante a comemoração; Selena Gomez fugindo dos manos.

15
Lady Gaga venceu a categoria de melhor vídeo feminino e subiu ao palco vestida de homem novamente. Fez seu teatrinho – “A Lady Gaga não veio, mas gostaria que eu agradecesse a…” – e fez um discurso bonitinho pró-LGBT.

Destaque: Adele batendo palminhas ritmicamente.

16
Emocionante mesmo foi a homenagem à Amy Winehouse, que conseguiu me fazer lacrimejar. Só foi tosco colocar Russel-cala-a-boca-Brand para discursar, mas as coisas melhoraram quando Tony Bennet entrou no palco. O trechinho do vídeo exclusivo dele cantando com Amy, gravado em março, foi a gota d’água. Impossível passar batido por isso. Bruno Mars também arrasou cantando “Valerie” e conseguiu dar uma levantada no ânimo da homenagem – que estava enveredando para o obituário…

17
E Katy Perry foi receber o prêmio mais importante da noite – vídeo do ano – com um cubo amarelo na cabeça, que já conta com o cabelo rosa dela. Depois dessa… só mesmo Lil Wayne mostrando a cueca. Fim da noite.

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1+1: O clipe meia boca da Beyoncé

Eu sou um cara mal humorado. Sempre critiquei a Beyoncé, porque “ela canta com a bunda”. Não gosto de quem apela para o sensual em uma carreira musical. Ou você canta ou você não canta – é simples. Se você precisa desviar a atenção do público para as suas nádegas, há algo de errado com a sua voz (diz aí, Valeska Popozuda!).

Mas este ano eu mudei meu conceito com relação à mulher de Jay Z. Gostei da apresentação dela no Billboard Award – achei realmente incrível – e andei lendo umas entrevistas suas, que me mostraram que ela é, sim, uma boa artista – e consciente de tudo que faz. Não gosto de marionetes nas mãos de produtores (já aproveitei muito esses produtos na adolescência…) e Beyoncé, definitivamente, não é uma delas. Ela sabe o que faz e faz porque quer.

Continuo não gostando dos closes no popozão, mas já acho ridícula a minha aversão de outrora: é inegável que ela tem uma voz potente – e sabe usá-la como poucas. Não consumo seu trabalho (nunca ouvi um CD inteiro e não tenho nenhuma música baixada no meu computador), mas levei um susto quando assisti ao clipe de “1+1”.

Primeiro: não há takes de sua bunda. Segunda: não há super figurinos, super efeitos, super coreografias, super bailarinos. Não há nada. É apenas Beyoncé cantando em um estúdio preto. Para não negar as raízes, ela aparece só de lingerie (por que sempre esse apelo?). Toda essa mudança teria tudo para me agradar – e não agradou (por isso abri o texto dizendo que sou mal humorado). Achei fraco demais o vídeo. Se ela quer ser minimalista, tem muito que aprender com Thom Yorke.

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Cameron Diaz não tem classe e mostra isso no cinema

Ouvi muito sobre a comédia “Professora Sem Classe” antes de assisti-la. A maioria, comentários negativos, mas nada que não fosse previsto: 1) O trailer não esconde se tratar de um filme que recorre a lugares comuns para trazer o riso fácil; 2) Cameron Diaz está interpretando o mesmo personagem pela enésima vez; 3) e, sim, há muito palavrão e referências sexuais; 4) sem contar com a apologia à maconha.

Concordo com tudo isso. Mas eu gosto da Cameron, desde a primeira vez que a vi. Definitivamente, é a minha pantera favorita. Na pré-adolescência, ela foi uma das minhas sex symbols (antes que eu visse uma foto dela sem maquiagem). Ainda que seus filmes sejam de gosto bastante duvidoso – com exceção de “Em Seu Lugar” (2005) e “Uma Prova de Amor (2009), que eu não tenho vergonha de admitir que gosto – ela é uma espécie de irmã mais velha.

Sim, aquela que sai para a balada, escondida dos pais, pulando a janela e a gente acoberta dizendo que acabou de ouvir seus roncos. Cameron não é dama, Cameron não tem classe mesmo. Não há lugar que ela fique mais descontextualizada do que em um tapete vermelho. Para mim, ela é essa dos filmes: estabanada, louca, inconsequente, incrível e, porque não, divertida.

“Professora Sem Classe”, de Jake Kasdan (“Efeito Zero”), é mais do mesmo, mas eu não imagino ninguém que desempenhasse tão bem esse papel. Que outra atriz apareceria de quatro, sendo roçada pelo ex-namorado (que, neste caso, se trata apenas de Justin Timberlake), em uma cena de um filme? Não consigo imaginar ninguém. Não imagino Jennifer Aniston (“Quero Matar Meu Chefe”), outra estrela das comédias, se submetendo a algo assim com Brad Pitt (“A Árvore da Vida”). Cameron se submete a tudo. Não tem pudores. E é mulher.

CAPITAO AMERICA O PRIMEIRO VINGADOR FILME HEROI 2011 VINGADORES 2012

Capitão América – O Primeiro Vingador é o retrato de uma propaganda épica

Hollywood sabe mesmo como fazer propaganda. Melhor ainda se for autopropaganda. Não é a toa que a maioria dos conceitos de comunicação e marketing vem do inglês – e em inglês.

Prova disso é “Capitão América – O Primeiro Vingador”. O filme é uma lavagem cerebral de 124 min, provando o poder do cinema em disseminar ideologias. A eficácia é tanta que o espectador nem sente o tempo passar.

O personagem foi criado no auge da 2ª Guerra Mundial e é nesse contexto que a história se desenrola. Capitão América (Chris Evans) é a personificação do Exército e do poder americanos: invencíveis. O próprio figurino não permite outra interpretação (quanto simbolismo por trás daquele escudo!).

Do outro lado, o nazismo é representado pelo vilão Caveira Vermelha (Hugo Weaving), um monstro de rosto deformado, que deve ser combatido. Apresentado como um homem egocêntrico, ele é o oposto do herói, que luta sempre em equipe e divide os créditos das vitórias. Enquanto o monstro é um matador assumido, o herói “não quer matar nazistas, mas defender a América” (o que, na prática, significa o mesmo). Um homem bom. Marketing, marketing, marketing.

A história é um incentivo ao alistamento militar, acompanhando a mudança de Steve Rogers proporcionada pelo Exército. De um garoto magricela e sem sucesso com as mulheres, se tornou um homem forte, imbatível, famoso e requisitado pelo sexo oposto. Não é o que todo moleque quer?

É. E os criadores – Joe Simon e Jack Kirby – sabiam disso. Idealizaram um soldado tão envolvente quanto convincente e que, mesmo após 70 anos, pode continuar surtindo efeito. Embora não exista mais um Hitler – nem um Bin Laden – a ser combatido, é sempre bom cuidar da manutenção do apoio de um país às suas forças armadas. Nunca se sabe quando elas terão que entrar em ação.

OBS: Só eu achei tenso aquele efeito da cabeça do Chris Evans naquele corpo pequeno?

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Foz do Iguaçú dorme cedo

Bem, fui para Foz do Iguaçú nas férias. Sou uma pessoa que só embarca com os mínimos detalhes de uma viagem acertados, mas dessa vez não tive tempo para nada. Escolhi um hotel pelo preço/benefício e, nas vésperas, dei uma olhada no Google Maps para ver o que tinha por perto. Descobri um shopping – com boliche – e fiquei contente. “No restinho do primeiro dia, podemos jogar um pouco”.

Nico e eu chegamos à cidade sedentos pelos pinos e logo descobrimos como chegar ao local. Deixadas as malas no hotel, fomos ao shopping. Na entrada, havia um enorme pino bastante representativo. “Vamos tirar uma foto!” Tiramos e entramos. Rolou uma certa decepção: o lugar era meio caído. Pequeno demais, vazio demais, escuro demais. Tão demais que era de menos. Achei estranho.

Embaixo, notei que todas as lojas estavam fechadas, com cara de falência antiga. O único lugar aberto era um restaurantezinho pouco atraente. Subimos. Ali, um cinema no estilo 80s, que me passava a impressão de ter cheiro de mofo dentro, e nada mais. Não havia sinal de boliche – a não ser o pino na entrada. Fui enganado. Desagradável. “Mas o site era tão bonitinho…”

Bolei. Ainda eram 18h, então continuamos caminhando a Avenida Cataratas (tudo lá se chama assim: padaria, pet-shop, shop, bar, lan house… tudo é “Cataratas”) em busca de algo para se fazer. Não aparecia nada. Nada. E nada. Comecei a desconfiar que se tratava de uma cidade fantasma.

Mas aí eu vi um Mc Donald’s – um lugar com o qual tenho um vínculo afetivo. Quando há um Mc Donald’s na cidade, nem tudo está perdido. Costumo me sentir seguro e abrigado ao vê-lo. Com mais esperanças, perguntei a um militar que estava de bobeira em uma esquina (?):

– Sabe onde tem umas lojas?

– Que loja?

– Qualquer loja. Algum lugar comercial.

– Ah, desce essa rua aí.

Desci. E não é que ele estava certo? Havia um montão de lojas no fim da rua. Eu gosto de gente de cidade pequena por isso: eles dão coordenadas corretas. Não são como os paulistanos, que dizem direções erradas para te sacanear, nem como os portenhos, que fogem de você sem te dar uma resposta.

Feliz, notei que algumas lojas estavam fechando. Entrei em uma Pernambucas – numa vibe de “fazer hora” – e senti os olhares de “sai daqui agora” dos vendedores, doidos para terminar o expediente. “Acho que tudo fecha cedo aqui”. E fechava mesmo. Foz do Iguaçú é que nem vovó: dorme antes da novela.

inbox

Peça aborda relacionamentos virtuais com desconhecidos reais

Assisti à peça “Inbox”, que é uma obra brasileira, apesar do título inglês. O texto é de Clarice Falcão (última versão de “Confissões de Adolescente”) e Gregório Duvivier (“Z.É. –Zenas Emprovisadas”). O segundo é também o protagonista da história, ao lado da atriz Maria Eduarda (“Roda Viva”).

Na peça, Gregório é John, um publicitário que entra em contato por e-mail com a escritora Clara (Maria Eduarda). Dizendo-se o seu maior fã, ele se esforça para chamar a atenção dela e engatar uma amizade virtual. Consegue.

Os dois passam a trocar experiências, histórias e confissões sobre suas vidas, validos da segurança que a tela do computador dá às pessoas. Com o tempo, Clara fica dependente das mensagens do seu suposto fã – olhando a caixa de entrada (inbox) a cada minuto e deixando cada vez mais de lado o seu marido (é, ela tem um).

Apaixonando-se, ela pergunta a John se poderia ligar para ele, porque quer conhecer sua voz. Antes que o fã possa respondê-la, ela manda outro e-mail, pedindo uma foto, porque também quer saber como ele é. Não obtêm resposta.

Paralelamente a isso, Clara pergunta à maior publicitária de São Paulo se ela conhece John. Não conhece, mas pergunta a outros colegas de trabalho, baseada nas referências que ele passou, e não descobre nada. Conclusão: a amiga passa a desconfiar que John pode ser um criminoso, uma mulher ou até mesmo uma velhinha farsante. Mas a surpresa que Clara terá é maior do que qualquer uma dessas suposições.

Eu adorei a peça, o texto, a construção dos personagens – que tem surtos terapêuticos e se abrem cada vez mais um ao outro, à medida que vão ganhando confiança (ou convivência?) – e a crítica aos relacionamentos virtuais em detrimento dos reais. A gente se fecha tanto na tela do computador e se esquece de olhar pro lado. Senti-me diretamente agredido, mas estranhamente gostei do toque.

SERVIÇO

Inbox

Centro Cultural Justiça Federal

Av. Rio Branco, 241, Centro – Rio de Janeiro

Sexta à domingo, às 19h, até 18/09

R$20 e R$10 (meia)

80 min

Sem mais publicações