Álbuns injustamente não resenhados (por mim – e apenas – por mim)

Provas. Monografia. Livros. Revistas. Estágio. Aulas. Sono. Essas são algumas das desculpas que eu posso alegar por não ter comentado alguns lançamentos fonográficos que eu deveria ter falado sobre. Então, sem mais explicações, é isso que eu faço hoje, com um admitido atraso e menos espaço do que mereciam.

21 – Adele

Ah, Adele… Baixei o novo disco da cantora inglesa depois de acompanhar uma série de notícias sobre a repercussão dele no Reino Unido e nos Estados Unidos. Para resumir, vamos dizer que ela está liderando todas as paradas e, com seus quilinhos a mais, dando um banho em Britneys e Ladys Gagas. A pergunta que fica é: por que não te descobri antes? O CD é ótimo, a voz dela é mais ótima ainda e sua interpretação de cada faixa é de doer a vértebra. Adele canta com a alma. Someone like you, Don’t you remember e Turning tables são as minhas favoritas.

A coruja e o coração – Tiê

Fui escutar depois de ter entrevistado-a para uma matéria sobre o show dela no Teatro Rival, publicada aqui, e outra sobre o Rock in Rio, que ainda vai sair. Me pareceu uma versão feminina de Marcelo Camelo (e menos poética, é verdade), cujo novo álbum eu já comentei aqui. A voz é boazinha, mas, no geral, pouco me impressionou. Os melhores momentos deste álbum são Na varanda da Liz, uma singela homenagem à filha dela, e a versão de Tiê para Você não vale nada (isso sim me pareceu bom!).

Different Gear, Still Speeding – Beady Eye

Que Liam Gallagher não me escute, mas o disco de estreia do “Oasis sem Noel” é bastante modesto. É bom, mas modesto. É bom, mas não o suficiente para dominar o mundo, como ele deseja. A influência declarada dos Beatles é notória e deixa o álbum com uma cara de antigamente. Se rolar de deixar as faixas tocando no repeat, não chega a incomodar, pelo contrário. Mas falta algo, não sei o quê (Noel?). A capa é ótima. Não destaco algumas músicas, porque é o tipo de disco feito para ser ouvido inteiramente e, de preferência, na ordem da setlist.

What Did You Expect From the Vaccines – The Vaccines

Essa banda estava na lista da BBC das apostas de 2011, atrás de Jessie J, cujo álbum de estreia não me animei a ouvir até hoje (embora ela cante pra caramba!). A primeira vez que escutei, não gostei muito. Mas aí ouvi de novo, de novo e de novo. Está na lista dos artistas que mais ouvi neste ano até agora no Last.fm. Assim como os Strokes, os Vaccines vão participar do Planeta Terra, em novembro, em São Paulo.  Bons momentos deste disco são, entre outros, a abertura, com Wreckin’ bar (ra ra ra), e o fechamento, com Family friend.

Responder a Álbuns injustamente não resenhados (por mim – e apenas – por mim)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s