‘Não me abandone jamais’ é surreal tratado realisticamente

Tenho sérias dúvidas se gostei tanto de Não me abandone jamais, de Mark Romanek, por se tratar mesmo de um filme muito bom ou porque Carey Mulligan (a-do-ro!) está, mais uma vez, dando show (ainda acho injusto ter perdido aquele Oscar em 2010…). Talvez um pouco dos dois motivos. Vai saber.

O filme conta a história de crianças em um internato misterioso, sem contato com o mundo, criadas para crescerem saudáveis e, uma vez adultas, doarem todos os seu órgãos até a morte. Elas já nasceram com esse fim. Surreal, não? Não. O roteiro, de Alex Garland, baseado em um livro de Kazuo Ishiguro, é bastante plausível e chega a gerar a desconfiança de que isso possa mesmo existir em algum lugar do mundo (até que ponto pode chegar a máfia do comércio de órgãos?.

Carey Mulligan é Kathy. Ela, Ruth (Keira Knightley) e Tommy (Andrew Garfield, que está na crista da onda porque vai ser o próximo Homem-Aranha) cresceram nesse contexto e vivem juntos as descobertas e sensações intrínsecas a qualquer ser humano, com a única diferença que eles tem prazo de validade mais curto. Triste, mas um prato cheio para boas reflexões. Eu gostei.

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