O último comandante

Domingo dei uma pausa na maratona, que deveria se estender até terça, quando vejo Malu de Bicicleta. Mas ganhei ingressos no Twitter (serve para algo!) para uma sessão de El último comandante – filme que eu não veria se não fosse assim. Fui ver. No caminho, estudando no ônibus, porque tenho mais provas do que gostaria essa semana.

O último comandante – Premiére latina. Dirigido por um carioca (Vicente Ferraz) e uma nicaraguense (Isabel Martinez Artavia). Tem um roteiro que se perde nele mesmo diversas vezes, mas em todas elas consegue prender a atenção. É demasiadamente despretencioso, com mais personagens do que consegue dar conta e, no fim, todos eles terminam sem fim. Qualidade de imagem digna de filmes brasileiros dos anos 80. Envolvente, ainda assim.

Passado o trigésimo aniversário do triunfo da revolução na Nicarágua, um comandante sandinista esquecido pelo tempo reaparece: Paco Jarquín. Ao contrário de seus antigos companheiros do FSLN, preferiu negar seu passado glorioso para viver de maneira anônima na vizinha Costa Rica como um simples professor de dança.

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