O golpista do ano

O golpista do ano (em inglês, I Love you, Philip Morris = tudo a ver) é mais um daqueles casos em que o livro é infinitamente mais interessante que o filme.  A escolha de Jim Carrey para o papel principal da história é o primeiro de uma série de erros, na minha humilde opinião. Ele não convenceu como homossexual – ficou um hetero brincando de viadinho – nem como golpista. Tendeu para o engraçado, o segundo erro do filme. O livro era mais irônico que pastelão. O filme tenta ser comédia, com um argumento que não tem nada humorístico. Não vingou. Demasiadas cenas eróticas também – talvez para reforçar o lado sexual do personagem, que Jim não conseguiu dar conta.

E Rodrigo Santoro, coitado, não dá uma dentro em Hollywood né? Sempre com papéis miseráveis e esquecíveis em filmes com adjetivos semelhantes. Uma lástima, ele é sim um bom ator. Bicho de sete cabeças é um dos meus favoritos. Ele devia investir mais na carreira nacional – que ficou esquecida – em vez de se dedicar à pontinhas internacionais.

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