Crítica: capas de Mônica Arpor e Serginho para, respectivamente, Playboy e G Magazine

Certa vez, eu e Filipe perdemos alguns minutos de papo comentando as fotos da Tessália para a Playboy e brincamos que poderíamos ser críticos de fotos eróticas. Foi um dia divertido esse! E, recentemente, descobri que eu sigo fazendo isso – não mais com o conteúdo das revistas, mas apenas com as capas. As vejo e faço críticas secretas dentro da minha cabecinha maquiavélica, porque, sim, eu acho que a pornografia não precisa ser necessariamente cafona. Não sou o único que perco tempo com isso (o Filipe também!), então compartilho minhas opiniões aqui. Foco nas capas desse mês:

Capas da 'Playboy' e 'G Magazine' de Agosto

A presença da repórter do Tv Fama, Mônica Arpor, na capa da Playboy por si só já é tema para uma porção de debates, mas o que não sai da minha cabeça é: a própria vai fazer a cobertura das suas noites de autógrafos? Aliás, repórter do Tv Fama dá autógrafos desde quando? Enfim. Esse ‘como você desejava’ da chamada de capa não é vulgar não. Vulgar pra mim é o ‘espetacular’. Espetacular + Tv Fama na mesma frase não funciona bem, gente. O microfonezinho personalizado eu achei um máximo, mas eu teria dado uma photoshopada nos peitos dela. Excessivamente brancos, não? E não tem uma faixa – sequer uma cordinha – branca ligando os seios, o que me faz perguntar que biquini é esse que ela anda usando. Aceito esclarecimentos.
OBS1: “Sete lésbicas te ensinam a fazer uma mulher subir pelas paredes”. Sinceramente, não sei o que acho disso. Pobres homens.
OBS2: “Dicas infalíveis para combinar peças e cores” poderia estar na capa da Marie Claire e até mesmo da Capricho.

“O BBB Serginho Orgastic mostra as suas cobras” sim é vulgar, clichê… e cafona. Mais cafona ainda quando você abre a revista e descobre que ele não tá mostrando o bilau não (e não entra na minha cabeça que alguém queira ver isso, mas tudo bem…): as cobras anunciadas não passam de répteis. Essa nova onda da revista de colocar celebridades afeminadas na capa – Jean Willys, Clodovil, Ronaldo Ésper, Dimmy Kierr – acompanhadas de saradões desejáveis deve tá dando certo, porque a G Magazine ainda não abandonou essa fórmula que eu particularmente acho bem triste. E esse fundo amarelo ovo? Eu adoro amarelo, mas tudo tem limite. Não entendi o conceito, assim como não entendi a roupa brilhosa do Serginho. É excitante para você?
OBS1: O mais interessante dessa capa é o “e mais…”. Numa revista erótica, me faz crer que é e mais… peladões, mas Rodrigo Santoro não é desses. E Mônica Martelli, ainda que fosse dessas, estaria na revista errada. E mais o quê, gente? É entrevista que tem com ela? Quero ler, ela é um barato.
OBS2: Duvidoso o poder de excitação de cueca+meia hein.

Vocês viram as fotos da Playboy portuguesa em homenagem ao Saramago? Polêmicas. Vejaaaaa.

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