“Guerra ao Terror” fez a limpa no Oscar

Dos dez filmes indicados ao Oscar, vi oito. Deixei de lado a animação Up, porque não gosto desse gênero, e Guerra ao Terror, porque não ando na vibe de guerra ultimamente. E aí, o que ganhou? Climão. Kathryn Bigelow esculhambou com a festa, levou tudo. James Cameron ficou na mão. Como não vi o filme dela, não acuso de injustiça, mas a minha vontade é essa: gritar marmelaaaaaaada, porque esse é o meu jeitinho! Avatar realmente é vazio, pobre de texto, e tudo mais. Mas é um filmão. Você sai do cinema impressionado. Merecia umas estatuetazinhas a mais, até por ser récorde de bilheteria.

A Academia preferiu premiar o cinema independente às superproduções. Vamos ver o lado positivo disso. Se isso indicar uma tendência, não vamos mais ter que comprar ingresso antecipado pro cinema nem assistir o filme com aqueles óculos de mané. Aliás, vem cá, sou só eu que saio com dor de cabeça depois de uma sessão 3D?

No mais, a festa não foi nada surpreendente. Sandra Bullock ganhou como o previsto, embora não merecidamente, em minha mera opinião. Jeff Bridges também levou, como todos apostavam. Mo’nique não tinha como não levar o de coadjuvante. El Secreto de sus ojos, o único estrangeiro que eu vi, venceu. Fiquei tão feliz. É muito bom o filme. É argentino e, oh, Argentina e Brasil tão coladinhos. Tá valendo.

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