Crack: ele vicia e mata


(O vídeo esqueceu de dizer o site, mas o link tá aqui)

Bem, não entendi qual foi a da Juliana Paes falando de crak. Se ainda fosse Fábio Assunção… Mas, ainda assim, achei válido. Eu tenho uma amiga que diz que ‘crak é fim de carreira‘. Pra mim, todo e qualquer tipo de droga o é. E eu posso falar isso sem a menor sombra de hipocrisia porque sou um cara de 20 anos que sequer bebe uma cervejinha.

No mundo em que vivemos, acredito que não existe mais falta de informação. Pelo menos, nos meios em que frequento. Todo mundo é bem informado e sabe o que tá fazendo. Faz consciente da merda que tá se enfiando. Pior do que a ignorância é a burrice. Tenho amigos que usam drogas e, apesar de tentar manter uma postura i don’t care,  não consigo. Que o mundo se exploda, mas os meus amigos não. Todos que eu sei que estão nessa já ouviram um sermão ou conselho meu. Não fico pagando de amigo chato e falando todo dia. Falo uma vez só. Ouve quem quer.

Não entra na minha cabeça a curiosidade que as pessoas têm de experimentar drogas. Meus queridos, é ÓBVIO que a sensação deve ser muito boa – senão a galera não viciava. Mas pra quê experimentar algo que sabemos de antimão que nos destrói? Não entendo. Algo bom e destrutivo. Pra quê? Existem coisas boas que, em vez de nos destruir, nos agregam.

Minha mãe sempre foi (e ainda é) muito preocupada que eu entrasse nessa de drogas. Acho até graça, porque, na verdade, eu sou bem careta, então a preocupação se torna infundada. Minha madrinha era amiga de infância da minha mãe até que um dia começou a se drogar. Se destruiu. Cresci vendo e ouvindo histórias horríveis sobre ela. Nunca fomos muito próximos, porque mamãe se afastou dela quando ela começou com isso tudo. Depois de anos turbulentos, ela conseguiu dar a volta por cima e está limpa já há algum tempo. Mas até hoje não entende que meu nome é Leonardo. Me encontra na rua e me chama de Fábio. Deixo passar.

Meu tio, esse por parte de pai, é outro drogado. Com esse, já tive mais contato. Desde pequeno, o vi fora de si, falando coisas sem sentido e com uma aparência digna de pena. As histórias, assim como as da minha madrinha, não são boas. Por ironia do destino, sempre foi o tio que eu mais gostei e, por isso mesmo, me interessava ouvir o que falavam dele. Já faz alguns anos que ele está internado numa clínica para dependentes químicos e só sai de lá em datas especiais. Não sei se esse foi um final triste ou feliz para uma história, com certeza, triste.

Eu sei é que com esses exemplos tão próximos, nunca tive porquê me interessar por drogas. Eu não queria ficar daquele jeito. Então, sempre mantive distância. Só me ofereceram maconha uma vez na vida. E foi um desconhecido. Quem me conhece, me respeita nesse sentido. Fico até ofendido com uma oferta dessa. E outra: Eliana falou, tá falado. Faço delas as minhas palavras.


Você pega os seus dedinhos e faz assim… pras drogas. [/euri]

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Uma resposta para Crack: ele vicia e mata

  1. Erica

    confesso que li tudo e me foquei mais na Eliana, you know.. UAHSUAHS. =X

    mas isso de crack ai é mó furada mesmo. enfim..não é p mim não..alias, nenhuma delas..

    enfim…

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